quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Declaração de Voto







Eu não gosto de marginais.
Não gosto de ladrões e estupradores.
Não gosto de traficantes e terroristas.
Não apoio mentirosos e falsários.
Não gosto de petralhas.

    O Brasil está, definitivamente, dividido entre os que apoiam roubos, facilidades, divisão, corruPTção, chantagens, incompetência, irracionalidade, falsidade, mentiras, covardias e terrorismo. E os que apoiam e querem a dignidade, honestidade, honradez, meritocracia e transparência.
    Muito se poderia escrever sobre, com exemplos fartos da delinquência, canalice e marginalidade tão corrente dos atuais, mas de tão farto se torna desnecessário, pois, não vê apenas quem não quer! Nem ignorância pode ser alegado, neste caso. TODOs estão mostrando sua real natureza pela escolha feita.
    Base de escolha...prova dos 9? Simples: que crimes seguido de provas se pode apontar em um lado e no outro...bem como as mentiras? Não tem pra onde correr...não há desculpas.
 

 

  










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...ele roubou mais do que conseguiu mentir!!!!!!!Dá pra fazer idéia do quanto???????

 





Escolha seu lado e VOTE! Os lados  hoje são muito bem distintos e sua escolha fará jus a você.



PS- Há sim um país dividido! Não entre negros e brancos, ricos ou pobres, gays ou heteros como tentaram fazer, mas  sim entre o bem e o mal, entre o digno e a malandragem.




terça-feira, 21 de outubro de 2014

Anotações para uma reedição da história universal da infâmia

PUBLICADO EM 10 DE NOVEMBRO DE 2009 - Augusto Nunes

Em novembro de 1984, por não enxergar diferenças entre Paulo Maluf e Tancredo Neves, o Partido dos Trabalhadores optou pela abstenção no Colégio Eleitoral que escolheria o primeiro presidente civil depois do ciclo dos generais. Em janeiro de 1985, por entenderem que não se tratava de um confronto entre iguais, três parlamentares do PT ─ Airton Soares, José Eudes e Bete Mendes ─ votaram em Tancredo. Foram expulsos pela direção.

Em 1988, num discurso em Aracaju, o deputado federal Luiz Inácio Lula da Silva qualificou o presidente José Sarney de “o grande ladrão da Nova República”. No mesmo ano, a bancada do PT na Constituinte rejeitou o texto da nova Constituição.

Em 1989, derrotados no primeiro turno da eleição presidencial, Ulysses Guimarães, candidato do PMDB, e Mário Covas, do PSDB, declararam que ficariam ao lado de Lula na batalha final contra Fernando Collor. Imediatamente recusado, o apoio acabou aceito por insistência dos parceiros repudiados. Num comício em frente do estádio do Pacaembu, Ulysses e Covas apareceram no palanque ao lado do candidato do PT. Foram vaiados pela plateia companheira.

Em 1993, a ex-prefeita Luiza Erundina, uma das fundadoras do partido, aceitou o convite do presidente Itamar Franco para assumir o comando de um ministério. Foi expulsa. Em 1994, ainda no governo de Itamar Franco, os parlamentares do PT lutaram com ferocidade para impedir a aprovação do Plano Real. No mesmo ano, transformaram a revogação da providencial mudança de rota na economia numa das bandeiras da campanha presidencial.

Entre o começo de janeiro de 1995 e o fim de dezembro de 2002, a bancada do PT votou contra todos os projetos, medidas e ideias encaminhados ao Legislativo pelo governo Fernando Henrique Cardoso. Todos, sem exceção. Uma das propostas mais intensamente combatidas foi a que instituiu a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Em janeiro de 1999, mal iniciado o segundo mandato de Fernando Henrique, o deputado Tarso Genro, em nome do PT, propôs a deposição do presidente reeleito e a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte. O lançamento da campanha com o mote “Fora FHC!” foi justificado por acusações, desacompanhadas de provas, que Tarso enfeixou num artigo publicado pela Folha de S. Paulo. Trecho: Hoje, acrescento que o presidente está pessoalmente responsabilizado por amparar um grupo fora da lei, que controla as finanças do Estado e subordina o trabalho e o capital do país ao enriquecimento ilegítimo de uns poucos. Alguns bancos lucraram em janeiro (evidentemente, por ter informações privilegiadas) US$ 1,3 bilhão, valor que não lucraram em todo o ano passado! 

O que diriam Tarso, Lula e o resto da companheirada se tal acusação, perfeitamente aplicável ao atual chefe de governo, fosse subscrita por alguém do PSDB, do DEM ou do PPS? Coisa de traidor da pátria, inimigo da nação, gente que aposta no quanto pior, melhor, estariam berrando todos. “Tem gente que torce pra que tudo dê errado”, retomaria Lula a ladainha entoada há quase sete anos.

Faz sentido. Desde a ressurreição da democracia brasileira, a ação do PT oposicionista foi permanentemente orientada por sentimentos menores, miúdos, mesquinhos. É compreensível que os Altos Companheiros acreditem que todos os políticos são movidos pelo mesmo combustível de baixíssima qualidade.

Desfigurado pela metamorfose nauseante, o chefe de governo não teria sossego se o intratável chefe da oposição ainda existisse. O condutor do rebanho não tem semelhanças com o Lula do século passado, mas continua ouvindo o som dos balidos aprovadores. O caçador de gatunos hoje é padroeiro da quadrilha federal. O parlamentar que recusou a conciliação proposta por Tancredo é o presidente que se reconcilia com qualquer abjeção desfrutável. O moralizador da República presidiu e abafou o escândalo incomparável do mensalão.

Mas não admite sequer criticas formuladas sem aspereza pelo antecessor que atacava com virulência. É inveja, Lula deu de gritar agora. O espelho reflete o contrário. Nenhum homem culto prefere ser ignorante, nenhum homem educado sonha com a grosseria, gente honrada não quer conversa com delinquentes.

Lula não esquece que foi derrotado por FHC duas vezes, ambas no primeiro turno. E sabe que o vencedor nunca inveja o vencido.



Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/direto-ao-ponto/anotacoes-para-uma-reedicao-da-historia-universal-da-infamia/

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Sejamos Honestos Sem Sermos Incautos!




              Sabe aquela situação onde de tão honesto e correto se perde a capacidade de se bem defender? Pois é, não confundamos alhos com...

Não podemos e jamais se poderia incorrer no engano de que, elegendo o que seja correto, devamos apenas confiar e esperar os resultados. Ao contrário. Elegendo a promessa de um futuro mais próximo da verdade que da falsidade, temos sim que, agora mais que nunca, trabalhar para que a locomotiva se mantenha nos trilhos, ou seja, fiscalizar e apontar todo e qualquer erro que comprometa justamente a esperança depositada. Cobrar! Cobrar sempre o sentido correto do caminho do qual confiamos sob direito.  Se cobrar sempre o bom senso e a honestidade, nada sobra de nicho para os falsários de papéis encenados que se fazem passar por ilustres para minar um bom caminho.

Temos hoje um percalço dos mais pesados. Em grande faixa da população, onde, não esqueçamos viver em regime democrático, impera o entendimento aceitável da vigarice, da desinformação e ate mesmo da falta de capacidade cognitiva. Esta faixa entende que um brasil se fez em poucos anos, ou se reinventou, ou se formou, ou... seja lá o que for alegado, serve como verdade. Não se importam com o FATO, com a realidade do acontecido.

Tivemos sete planos econômicos antes da posse de FHC e pós militares. Todos fracassados. Tivemos um governo honesto e de consenso, liderado por Itamar Franco (talvez um dos mais honestos presidentes que tivemos) que herdou um descontrole econômico indescritível.  Tendo como ministro da economia FHC, conseguiu começar um certo controle, mas ainda repassando a seu sucessor (Itamar consegue eleger seu Ministro da economia, FHC, como presidente sucessor) uma economia com 80% de inflação/mês, ou mais de 900 ao ano. Ao deixar o governo, FHC deixa os juros a 7%/mês, ou 80% /ano, com a economia estabilizada e o pais com um caixa invejável. Para tal, precisou de dois mandados, mas deixou a seu sucessor o que seria um mar de dar inveja a qualquer outro candidato. Um pais com economia estabilizada, moeda forte, com medidas que atraiam cada vez mais os investidores internacionais, com crescimento que o colocou no roll dos emergentes (uma das economias mais prósperas da época!) e já bem encaminhado na área social, com diversos projetos e planos para melhoria das condições dos mais  necessitados... neste caso, se destaca com muita visibilidade a coragem e atitude do então ministro da  saúde (José Serra) em garantir medicamentos a quem em necessidade, quando instituiu o GENERICO... mesmo sem grandes condições, este governo ainda fez muito (mesmo tendo pouco) na área social.

Entenda-se, sem qualquer distorção ou vigarice, que o pais parou para se consertar economicamente e para formar caixa que o pudesse elevar a realizações muito mais importantes no caminho do combate a desigualdade e da covardia.

Sem uma economia estabilizada, isso jamais seria possível.

Tal qual é impossível, ou desonesto tentar comparar a era FHC com a era lula. O primeiro fez o necessário para a “arrumação da casa”, sem o qual seria impossível bem governar no futuro.

Não entremos na área de quantas escolas, avanço do ensino, hospitais e presídios, infraestrutura a segurança, como da mesma forma em desenvolvimento tecnológico, saneamento básico... se deveria ver hoje, após o sucessor de FHC ter tido a benécie que teve (da qual, ainda, de forma vigarista a chama de “herança maldita”), porém, jamais poderíamos ver bilhões serem gastos em infraestrutura em outros  países quando o nosso, neste caso, é sofrível e ainda precária. NADA serviria ou serve como desculpa...apenas a constatação de gente que cospe no prato que come. E ainda rouba a benécie deixada a quem de direito.

Fiscalizar? Sim! È o mínimo que podemos fazer, quando falsos em intelecto (jornalistas e etc.) atentam ao absurdo de jogar ao chão o bom senso e inteligência e se rendem a falsidade daqueles que querem a qualquer custo eleger a mentira no lugar da verdade. Comparar o incomparável!

...e não são poucos!!

Aécio Neves é apenas uma pessoa a governar, ou tentar governar milhões de outras...com um grave detalhe: com inúmeros marginais tentando se agarrar a suas pernas. Uns para tentar derrubar, outros para uma carona. E com uma quadrilha que a décadas engana a milhões com um discursos dos mais eivados em falsear  honestidades e correção e, atentará o mau de todas as formas...e contra ele...diretamente contra!

Se Aécio vencer, teremos duas possibilidades e uma verdade incontestável. Em um caso teremos de cobrar muito por honestidade e competência. Em outro sempre fiscalizar sem aceitar o inaceitável. Mais que qualquer outra, ficará uma certeza: Se ele vencer, a quadrilha incendiará este país, ou... haverá séria tentativa de golpe, pois, no caso de se voltar a  institucionalizar a honestidade neste País, todos irão presos pelos crimes já cometidos... e provavelmente, no meio do rol, ou por último ás grades, aquele que se auto intitula como o todo poderoso, que na verdade é o CHEFE DA QUADRILHA.

Seria bom que todos os de bem entendam que, com marginais não se conversa. E com pessoas boas, se cobra o BEM.

Será muito bom se tivermos a possibilidade de poder cobrar e fiscalizar o BEM.





sábado, 11 de outubro de 2014

Expulsar o PT do Poder...Porque??? Vamos a Apenas 20 Bons Motivos.


20 obras que o BNDES financiou em outros países
Como estes existem mais de 3.000 empréstimos concedidos pelo BNDES no período de 2009 a 2014. A seleção dos recebedores destes investimentos, porém, segue incerta.
por Felippe Hermes 10 de outubro de 2014
Não é novidade para ninguém que o Brasil tem um problema grave de infraestrutura. Diante dessa questão, o que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) faz? Financia portos, estradas e ferrovias – não exatamente no Brasil, mas em diversos países ao redor do mundo.
Desde que Guido Mantega deixou a presidência do BNDES, em 2006, e se tornou Ministro da Fazenda, em 2006, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social tornou-se peça chave no modelo de desenvolvimento proposto pelo governo. Desde então, o total de empréstimos do Tesouro ao BNDES saltou de R$ 9,9 bilhões — 0,4% do PIB — para R$ 414 bilhões — 8,4% do PIB.
Alguns desses empréstimos, aqueles destinados a financiar atividades de empresas brasileiras no exterior, eram considerados secretos pelo banco. Só foram revelados porque o Ministério Público Federal pediu na justiça a liberação dessas informações. Em agosto, o juiz Adverci Mendes de Abreu, da 20.ª Vara Federal de Brasília, considerou que a divulgação dos dados de operações com empresas privadas “não viola os princípios que garantem o sigilo fiscal e bancário” dos envolvidos. A partir dessa decisão, o BNDES é obrigado a fornecer dados sobre que o Tribunal de Contas da União, o Ministério Público Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) solicitarem. Descobriu-se assim uma lista com mais de 2.000 empréstimos concedidos pelo banco desde 1998 para construção de usinas, portos, rodovias e aeroportos no exterior.
Quem defende o financiamento de empresas brasileiras no exterior argumenta que a prática não é exclusiva do Brasil. Também ocorre na China, Espanha ou Estados Unidos por exemplo. O BNDES alega também que os valores destinados a essa modalidade de financiamento correspondem a cerca de 2% do total de empréstimos, e que os valores são destinados a empresas brasileiras (empreiteiras em sua maioria), e não aos governos estrangeiros.
A seleção dos recebedores destes investimentos, porém, segue incerta: ninguém sabe quais critérios o BNDES usa para escolher os agraciados pelos empréstimos. Boa parte das obras financiadas ocorre em países pouco expressivos para o Brasil em termos de relações comerciais, o que leva a suspeita de caráter político na escolha.
Outra questão polêmica são os juros abaixo do mercado que o banco concede às empresas. Ao subsidiar os empréstimos, o BNDES funciona como um Bolsa Família ao contrário, um motor de desigualdade: tira dos pobres para dar aos ricos. Ou melhor, capta dinheiro emitindo títulos públicos, com base na taxa Selic (11% ao ano), e empresta a 6%. Isso significa que ele arca com 5% de todo o dinheiro emprestado. Dos R$ 414 bilhões emprestados este ano, R$ 20,7 bilhões são pagos pelo banco. É um valor similar aos R$ 25 bilhões gastos pelo governo no Bolsa Família, que atinge 36 milhões de brasileiros.
Seguem 20 exemplos de investimentos que o banco considerou estarem aptos a receberem investimentos financiados por recursos brasileiros:
1) Porto de Mariel (Cuba)
Valor da obra – US$ 957 milhões (US$ 682 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Odebrecht
2) Hidrelétrica de San Francisco (Equador)
Valor da obra – US$ 243 milhões
Empresa responsável – Odebrecht
Após a conclusão da obra, o governo equatoriano questionou a empresa brasileira sobre defeitos apresentados pela planta. A Odebrecht foi expulsa do Equador e o presidente equatoriano ameaçou dar calote no BNDES.
3) Hidrelétrica Manduriacu (Equador)
Valor da obra – US$ 124,8 milhões (US$ 90 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Odebrecht
Após 3 anos, os dois países ‘reatam relações’, e apesar da ameaça de calote, o Brasil concede novo empréstimo ao Equador.
4) Hidroelétrica de Chaglla (Peru)
Valor da obra – US$ 1,2 bilhões (US$ 320 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Odebrecht
5) Metrô Cidade do Panamá (Panamá)
Valor da obra – US$ 1 bilhão
Empresa responsável – Odebrecht
6) Autopista Madden-Colón (Panamá)
Valor da obra – US$ 152,8 milhões
Empresa responsável – Odebrecht
7) Aqueduto de Chaco (Argentina)
Valor da obra – US$ 180 milhões do BNDES
Empresa responsável – OAS
8) Soterramento do Ferrocarril Sarmiento (Argentina)
Valor – US$ 1,5 bilhões do BNDES
Empresa responsável – Odebrecht
9) Linhas 3 e 4 do Metrô de Caracas (Venezuela)
Valor da obra – US$ 732 milhões
Empresa responsável – Odebrecht
10) Segunda ponte sobre o rio Orinoco (Venezuela)
Valor da obra – US$ 1,2 bilhões (US$ 300 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Odebrecht
11) Barragem de Moamba Major (Moçambique)
Valor da obra – US$ 460 milhões (US$ 350 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Andrade Gutierrez
12) Aeroporto de Nacala (Moçambique)
Valor da obra – US$ 200 milhões ($125 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Odebrecht
13) BRT da capital Maputo (Moçambique)
Valor da obra – US$ 220 milhões (US$ 180 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Odebrecht
14) Hidrelétrica de Tumarín  (Nicarágua)
Valor da obra – US$ 1,1 bilhão (US$ 343 milhões)
Empresa responsável – Queiroz Galvão
*A Eletrobrás participa do consórcio que irá gerir a hidroelétrica
15) Projeto Hacia el Norte – Rurrenabaque-El-Chorro (Bolívia)
Valor da obra – US$ 199 milhões
Empresa responsável – Queiroz Galvão
16) Exportação de 127 ônibus (Colômbia)
Valor – US$ 26,8 milhões
Empresa responsável – San Marino
17) Exportação de 20 aviões (Argentina)
Valor – US$ 595 milhões
Empresa responsável – Embraer
18) Abastecimento de água da capital peruana – Projeto Bayovar (Peru)
Valor – Não informado
Empresa responsável – Andrade Gutierrez
19) Renovação da rede de gasodutos em Montevideo (Uruguai)
Valor – Não informado
Empresa responsável – OAS
20) Via Expressa Luanda/Kifangondo
Valor – Não informado
Empresa responsável – Queiroz Galvão
Existem mais de 3000 empréstimos concedidos pelo BNDES no período de 2009-2014. Conforme mencionado acima, o banco não fornece os valores… Ainda.


NOTA DESTE BLOG / PS-  Então, alguém que se diga digno ou mesmo um pouco inteligente passa por cima de não termos hospitais, presídios, delegacias, uma segurança mau aparelhada e caótica,  vias sejam de autos ou férreas, transporte público ao menos decente, boa ou ao menos aceitável estrutura de energia, de abastecimento de água, de tratamento de esgoto ou lixo...ou quando investem, mesmo que parcamente, investem em obras superfaturadas (sempre!!!) de instituições de ensino e, mais pesadamente nas instituições de formação técnica, quando o ensino básico ou mesmo o médio produz “seres” formados que sequer conseguem entender um texto dos mais simples e, por tal, jamais poderia balizar a  formação de bons profissionais...memso na área técnica!
E agora Veja... o país inteiro preso a mentira de perda de bolsa família...!!!! ..e porque a oposição não mostra isso????

Pense, mas pense com desenvoltura: Quem vota em PT (que segundo ministro celso de mello abriga uma grande quadrilha em seu seio - só no seio???)  só pode ser o que???

...e, QUEM DEFENDE MARGINAL É O QUE MESMO?????

...mas, pera lá:


Porque será que estão chamando o ministro tofolli, do TSE, de PTofolli???????
Crime eleitoral defendido ou acobertado por um ministro????Ahhh, deve ser porque ele foi advogado do PT!


Hehehehehe...

 
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